Cartao de Credito

3 (Bons) Motivos Para Não Pagar o Mínimo do Cartão

O pagamento mínimo do cartão de crédito pode parecer tentador, mas poucos serviços financeiros custam tão carto e prejudicam tanto o consumidor. Por isso, listamos três boas razões para você sempre pagar o valor total da fatura, controlar suas finanças e ficar longe das dívidas. Veja:

Pagamento Mínimo

Pagamento Mínimo

1. Os Juros Altos

Esse é o motivo mais óbvio, mas também o mais decisivo. Quando alguém opta pelo pagamento mínimo, cai no crédito rotativo do cartão, que possui um dos encargos mais altos do mercado. O valor não quitado é financiado e jogado automaticamente para as faturas dos meses seguintes. Assim, o cliente fica amarrado a uma dívida que só tende a crescer, uma vez que as tarifas mensais não facilitam o pagamento. Outros serviços, como o parcelamento da fatura e até mesmo um empréstimo bancário podem sair bem mais em conta e solucionar o problema.

2. Limite Baixo Para Compras

O limite do seu cartão é comprometido com sua despesas. Quando você paga a fatura, aquele valor é liberado para novas compras. Assim, quem opta pelo mínimo acaba ficando com o limite mais baixo, principalmente se houver compras parceladas no cartão de crédito. Vamos supor que o seu limite seja de R$1000,00. Você usou R$500,00 para pagar uma TV em 10 parcelas e o restante foi usado em pequenas compras ao longo do mês. Se quando a fatura chegar, no valor de R$1000,00, você optar por pagar apenas R$150,00, isso quer dizer que, no mês seguinte você terá somente esse valor para gastar no cartão.

3. Dificuldade de Negociação

O que normalmente acontece com quem paga o mínimo do cartão é um efeito “bola-de-neve”. Os juros altos são cobrados todos os meses, deixando as contas altas. Assim, o cliente volta a pagar o mínimo e nunca consegue quitar sua dívida. Nesse tipo de caso, por incrível que pareça, é melhor quebrar o cartão e deixar de pagar as faturas. Com a pendência, o banco irá te procurar para fazer uma oferta de acordo, geralmente com juros menores. Você também pode procurar um órgão de proteção ao consumidor para conseguir uma boa negociação e ficar livre das dívidas de vez.



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